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RESIDENCIAL CAJAZEIRAS

VÍDEO: Moradores do Residencial Cajazeiras cobram esclarecimentos sobre escolha de síndicos, regimento interno e denunciam pressão psicológica: "Iremos acionar o Ministério Público"

De acordo com alguns moradores, outras reuniões já foram realizadas com a equipe da Secretaria de Ação Social de Cajazeiras-PB, mas em nenhuma delas, houve votação ou escolha pelo nome citado como o síndico do Residencial II ou Conselho Fiscal.

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Imagem: reprodução

A denúncia dos moradores aconteceu após uma reunião de portas fechadas, apenas para alguns populares que são denominados 'sub-síndicos' dos blocos do Residencial Cajazeiras I e II, que aconteceu no dia 2 de maio, às 18:30, através de convocação da assistente social conhecida como Juliana.

Na reunião, a pauta principal discutida foi a urgência da criação de um CNPJ para iniciar arrecadações financeiras à comunidade através do síndico. Mas o que deixou alguns com a pulga atrás da orelha, segundo informações, é que não houve eleições para escolher o síndico e muito menos o Conselho Fiscal daquele Residencial.

De acordo com alguns moradores, outras reuniões já foram realizadas com a equipe da Secretaria de Ação Social de Cajazeiras-PB, mas em nenhuma delas, houve votação ou escolha pelo nome citado como o síndico do Residencial II ou Conselho Fiscal. "É justo ter um síndico, desde que a comunidade possa fazer uma votação e escolher", disse um popular. Foi argumentado que o escolhido como síndico foi definido por não haver outro concorrente, mas mesmo sem concorrência, a votação teria que existir e consequentemente haver mais de 50% de votos a favor do candidato para a escolha ser definida.

Segundo relatos, na reunião não foi apresentada nenhuma proposta de melhoria e muito menos de investimento com a comunidade, e que foi dito ainda que quem não pagar o valor mensal estabelecido, a dívida iria para o cartório e permaneceria aumentando. As palavras causaram medo e preocupação nos moradores, que optaram por denunciar e convocar o Ministério Público para acompanhar de perto essa escolha do síndico e da votação, levando em conta que a remuneração do síndico não é obrigatória por lei.

Um dos residentes chegou a relatar pressão psicológica pela funcionária pública e assistente social Juliana, que é a representante da Secretaria. Segundo o cidadão, na reunião citada, após contestação da ideia de cobrança de mensalidades, ela disse que quem for contra as ideias não precisaria sequer participar da reunião, e que iria ignorar e seguir adiante com o processo da criação do CNPJ para o condomínio. Foi comentado que a mesma também faz ameaças graves aos moradores que têm seus apartamentos alugados ou moram em apartamentos que estão no nome de familiares ou terceiros, que serão expulsos, citando ainda a Polícia Federal e Civil, ocasionando medo, constrangimento e humilhação aos residentes.

Juliana contestou ainda algumas pessoas que estão empreendendo em seus blocos para garantir o sustento da sua família, vendendo comidas, roupas, lanches, entre outros. Segundo a assistente social, o apartamento é apenas para morar, e não se pode "negociar". "Como que os moradores não podem negociar? Eles vão fazer o quê? Vão roubar? Assaltar?", questionou um morador.

Durante a reunião, que contava com a presença da assistente social, de um advogado e dos síndicos do residencial escolhidos "a dedo", a documentação seria preparada para alguns 'sub-síndicos' levarem para os moradores da comunidade assinarem, pedindo para que ninguém falasse nada até o dia definido. De acordo com relatos, os problemas reais do Residencial não estão chegando até a Secretaria, até a gestão, para que haja uma solução, como problemas com transporte e limpeza.


Fonte: PORTAL SERTÃO

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