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O PASSADO É UMA ROUPA QUE NÃO SERVE MAIS

O resistir em desapegar de certas coisas é comum a nós humanos.

28/04/2022 às 16h58 Atualizada em 28/04/2022 às 17h57
Por: Redação de Plantão Fonte: Margarida Araujo
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O PASSADO É UMA ROUPA QUE NÃO SERVE MAIS

 

Como Cantava Belchior e se aplica aos vários segmentos da nossa vida.  É necessário identificar objetos, coisas que não nos servem mais e fazer o mesmo com  pessoas inconvenientes para nós, desapegar de tudo que atrapalha a nossa vida.

Muitas vezes observamos coisas, pertences que guardamos sem usar: roupas, livros, entre outros. O resistir em desapegar de certas coisas é comum a nós humanos. Às vezes alguém justifica: “Mas é difícil conseguir as coisas e quando menos esperamos precisamos delas”. Será? Essa afirmação não seria só uma desculpa? Encontramos muita gente que guarda quinquilharia sem utilidade nenhuma... Ou se mantem em uma relação por conveniência ou costume...

É certo que muitas coisas têm um valor emocional, mas isso é voltar ao passado e com esse passado, algo que não existe mais e que tantas vezes trás sofrimento desnecessário.

O passado deve ser referência e não prisão. Assim como as coisas, devem ser também as pessoas, nesse aspecto. Tudo que machuca não deve permanecer. É preciso liberar, reconhecer o que ou quem precisa ficar, o que e quem precisa ir; quem ou o que faz falta para nós.

 Navegamos pela vida sem muitas ferramentas. Não existe um radar para nos mostrar os problemas nos caminhos dos nossos planos; quais as incertezas e perigos que nos esperam no caminho das nossas escolhas.

O que temos são as nossas emoções e sentimentos, que podem nos levar ao melhor ou pior resultado, dependendo das nossas escolhas.

Na verdade, é preciso agir com os sentimentos da mesma forma como agimos em relação aos espaços de nossa casa. Assim como temos que identificar quais objetos que não nos servem, devemos desapegar de quem atrapalha o nosso sorriso, de quem não valoriza o nosso viver. Isso traz leveza, pois abre caminhos, libera espaço para que entrem coisas e pessoas novas em nossa jornada, que está em andamento.

Não podemos é ter medo de deixar ir embora o que precisa ir, o que não faz mais sentido. Com o tempo entenderemos que muito daquilo que saiu de nossa vida foi o melhor, que nem tudo e nem todos ficarão para sempre conosco. Devemos  aguardar o que a vida traz enquanto se renova. É tão lindo! Sempre será...

                                                          Carpem Diem

 Fonte: Margarida Araujo.

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