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Esportes PARAÍBA

Petrucio Ferreira intensifica treino para os Jogos de Tóquio, mas tem que lidar com falta de pistas

Ainda sem as pistas da UFPB e da Vila Olímpica Parahyba disponíveis, em João Pessoa, onde o paratleta mora, ele cogita treinar no seu time, o Pinheiros, ou se mudar para Natal

12/01/2021 12h01 Atualizada há 1 semana
Por: Redação Fonte: GE
Foto: reprodução
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Em ano de Jogos Paralímpicos, Petrucio Ferreira começou a intensificar o seu ritmo de treinos sem ter a certeza se vai poder, ou não, ter a sequência de que precisa de atividade em João Pessoa, onde sempre se preparou para os seus principais desafios. É que, sem as pistas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e da Vila Olímpica Parahyba disponíveis, ele pode ter que se deslocar para outro estado para que a sua preparação seja a mais adequada possível.

Com a pista da UFPB interditada em virtude da pandemia do novo coronavírus e a da Vila Olímpica por conta de reformas pelas quais o espaço vem passando, o paratleta trabalha com duas possibilidades: a primeira é de ir para São Paulo e usufruir do centro de treinamento do seu clube, o Esporte Clube Pinheiros; a outra é se mudar temporariamente para Natal.

- Eu faço parte do Pinheiros, mas resolvi treinar em João Pessoa, porque é uma cidade que eu gosto, fico perto da minha família, além de do meu treinador, que é daqui. As pistas da Paraíba se fecharam, mas nos outros estados estão abertas, e surgiram oportunidades para que eu saísse. Espero que em breve as coisas se normalizem para que eu continue na Paraíba, onde eu gosto de treinar - explicou.

Petrucio Ferreira voltou a treinar presencialmente sob a supervisão do seu técnico, Pedro Almeida, há apenas três meses. Antes disso, ele precisou improvisar os seus treinamentos em pistas de barro, em treinamentos funcionais e até mesmo em chamadas de vídeos.

Com as Paralimpíadas de Tóquio - em Tóquio, no Japão, no fim do mês de agosto -, se aproximando aos poucos, o recordista mundial está na fase de se readaptar às atividades de resistência, força e flexibilidade. Somado a tudo isso, a ansiedade de participar pela segunda vez dos Jogos Paralímpicos.

- Vai ser a minha segunda Paralímpiada. Então, a ansiedade é enorme para representar o meu país. Quero dar o meu melhor, quero subir no ponto mais alto do pódio e trazer essa medalha para o Brasil. Essa é a minha meta para este ano - disse.

Paulo Almeida, treinador de Petrucio, está satisfeito com a desenvoltura de seu paratleta. A única preocupação, de fato, é saber traçar o planejamento a médio prazo acerca de sua preparação.

- Estamos desenvolvendo tudo que está programando, e ele está respondendo super bem. Infelizmente, nós não estamos podendo utilizar a pista da UFPB. Espero que as coisas voltem ao normal o mais rápido possível. Se não acontecer, a partir do próximo mês, a gente vai precisar dar um outro rumo, porque o treinamento já começa a ficar mais específico - afirmou.m Tóquio, Petrucio Ferreira vai defender a medalha de ouro conquistada na última Paralímpiada, realizada no Rio de Janeiro, em 2016. Em novembro de 2019, o paratleta alcançou a marca histórica na semifinal dos 100m para amputados de braço abaixo do cotovelo, no Mundial de Dubai, com o tempo de 10s42.

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